08 julho 2015

Crítica: Orgulho e Preconceito


"Eu só quero saber a história
Do que aconteceu antes
De eu me tornar tão sozinho..."
September { www }

Depois de tanto tempo, eu finalmente trouxe! *rufar de tambores* Pois é, pois é, Orgulho e Preconceito é muito lindo. Seria uma vergonha se eu deixasse o blog sem uma crítica dele! (・_・。) Não tem muito o que falar, então eu vou só deixar a sinopse aqui. -q

As cinco irmãs Bennet foram criadas pela mãe delas com um propósito na vida - encontrar um marido. No entanto, a segunda mais velha consegue pensar em 100 maneiras para não se casar.
Quando a Sra. Bennet escuta uma notícia emocionante que um solteirão rico e seu círculo de amigos vão passar uma temporada em uma casa de campo próxima a mansão, as Bennets ficam bastante animadas com a possibilidade de muitos potenciais pretendentes. Gentilmente, o recém-chegado, o Sr. Charles Bingley, se junta com a mais velha, Jane. No entanto, quanto Lizzie se encontra com o sobriamente belo e esnobe Sr. Darcy, um par que parecia perfeito rapidamente se torna dividido entre o orgulho e o preconceito. Conseguem eles superar isso e finalmente encontrar uma razão para casar?

E então, vamos conferir?

O longa foi dirigido por Joe Wright, e é absolutamente incrível. O título em inglês é Pride and Prejudice, e eu não creio nque hajam outros. Foi baseado no romance de Jane Austen, de mesmo nome (e que eu ainda vou ler...). A atriz que fez o papel de Lizzie foi a Keira Knightley, da qual eu gosto muito só por ter participado de Piratas do Caribe (com uma personagem que também se chamava Elizabeth! Coincidência?).

 

Há duas coisas que eu sempre friso quando falo de Orgulho e Preconceito: a trilha sonora e a fotografia, ambas muito incríveis. Sem elas, acho que o filme não seria tão famoso.
Agora, falando do enredo: eu achei muito bom. Eles não pecaram nadinha ao retratar a sociedade da época, e parece que fizeram uma pesquisa muito boa também; naquela época, o único futuro para as mulheres era o casamento, e todas eram criadas exatamente com esse objetivo. Só que Lizzie não está disposta a se casar com qualquer um que pedir sua mão; por isso o romance dela com Darcy não será dos mais fáceis...


Dá pra sentir as emoções dos personagens todos, inclusive os antagonistas, o que eu acho importante em qualquer obra. Deu pra ver a grande evolução emocional da Lizzie e do Darcy, o que eu achei muito legal - tem um monte de romances onde tudo acontece de repente, de um jeito embolado...
Acho que a Lizzie é meio feminista. Ela não se submeteu às ordens da mãe, que mandavam-na se casar com o primeiro homem que pedisse sua mão. Ela esperou até estar verdadeiramente apaixonada, o que foi um ato de grande coragem - e que, caso fosse parte de uma história real, teria gerado um enorme escândalo para sua família.


De resto, a minha nota fica em cinco estrelinhas, de um total de cinco. Eu gostei bastante. O que vocês acham?

4 comentários:

  1. Que linda as imagens, sempre tive curiosidade de ler o livro ou ver o filme, preciso fazer isso um dia.
    beijos

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  2. Ultimamente eu tenho tido bastante contato com os clássicos por conta do estudo do Romantismo na Língua Portuguesa no Ensino Médio e por meio deste conheci Razão e Sensibilidade da Jane
    Austen e também Orgulho e Preconceito.
    Acho que a história do filme é mais interessante que a de Razão e Sensibilidade, por mais que aborde praticamente o mesmo tema e isso me prendeu à trama, então gostei bastante.
    Lindas imagens, não? Adorei o post.

    Carinhosamente, Jheni. * e m p i r e k a w a i i & q u i n z e o u t o n o s *

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  3. Heey!
    Eu quero muito assistir Orgulho e Preconceito, mas quero ler o livro antes haha. Adorei a indicação!
    Abraços =))
    Blog - Desbravando o Infinito

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